29 de setembro de 2010

Festival Medieval 2010 (eventos)

Agora em outubro ocorre no Tryon Park, lá no Harlem, quase no finalzinho de Manhattan, uma das festas mais interessantes de Nova York.
Todos os anos, no parque que circunda o museu "The Cloisters", acontece o fantástico "Medieval Festival".
A festividade é um tributo à Idade Média, com seus reis, rainhas, cavaleiros andantes, duelos de espadas, bobos da corte, plebeus e bardos. Durante um dia inteiro, várias seções do parque são dominados por dança, música, comidas típicas, simulação de lutas, shows de mágica e todo tipo de pessoas fantasiadas à moda medieval.
É sem dúvida um evento imperdível para quem estiver em Nova York no dia 03 de outubro.
A abertura da festa acontecerá às 11:30 da manhã e a luta de encerramento, com cavaleiros e lanças de justa, será às 5 horas da tarde.
O único problema do festival medieval é que são tantas coisas interessantes acontecendo ao mesmo tempo que fica difícil decidir o que se quer ver. Para quem quiser conhecer também o museu "The Cloisters", esta também é uma boa ocasião, pois é uma edificação construída totalmente com partes de monastérios e castelos medievais europeus, com um extraordinário acervo de arte da Idade Média.

Como chegar lá?
A melhor maneira para chegar chegar até o Tryon Park é com o metrô A e descer na estação da rua 190, em Manhattan. De lá, pega-se um elevador dentro da estação de metrô que sai quase em frente ao parque. Na verdade, basta seguir o fluxo de pessoas fantasiadas.

Site Oficial do Evento


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27 de setembro de 2010

Stone Street, chopp a céu aberto em Downtown NY (atração turística, alimentação)


Sabe aquele lugar onde não bate o Sol?
Então estamos falando de Downtown, em Nova York. Os arranha-céus erguem-se na paisagem urbana, e as estreitas vielas do sul de Manhattan são encobertas por sombras durante boa parte do dia.
É neste labirinto de ruelas que se esconde uma das pérolas da cidade, a Stone Street.


Frequentada por executivos de Wall Street, empresários e gente da grana, é uma boa área para quem quer encontrar um bom partido. Nos dias quentes de verão, ou nas épocas quando o clima ainda é ameno para se ficar ao ar livre, Stone Street fica lotada de nova-iorquinos, curtindo um happy hour nesta ruazinha de estilo europeu.
Gente bonita e paquera rola à solta, regada à muita cerveja (a Guinness irlandesa), a poucas quadras do coração financeiro de NY.


No entanto, Stone Street não é fácil de ser encontrada. É preciso dedicação e um bom tempo rodando pelo labirinto de Downtown até visualizar a rua de paralelepípedos repleta de bares e restaurantes. Não é exatamente um destino mão-de-vaca, inclusive, há alguns restaurantes bastante requintados, mas dá para encontrar algumas barbadas na vizinhança, como o Burger Burger (que serve, adivinhem só, hambúrguer!), o Subway, e algumas redes de fast-food em ruas próximas.

Mesmo assim, seja para tomar uma cervejinha, ou apenas para passar e tirar umas fotos, Stone Street é recanto que merece ser visitado à caminho de South Seaport, ou retornando de um passeio à Estátua da Liberdade.

Stone Street fica entre Pearl St. e William St., e às vezes nem aparece em certos mapas. Só não adianta muito ir lá no inverno, pois todo mundo se esconde dentro dos bares e a rua perde muito de seu charme.


Importante: favor ler as Perguntas Frequentes - FAQ.

25 de setembro de 2010

Ônibus Turístico de Curitiba



A maneira mais simples, mas não exatamente a mais barata, de se conhecer os principais pontos turísticos de Curitiba é com o ônibus de turismo.
Ele custa 20 reais e lhe dá direito a 4 desembarques em algumas das 25 atrações pelas quais ele passa na frente.
O ponto inicial é a Praça Tirandentes, bem no Centro da cidade, no entanto, você pode pegá-lo em qualquer um dos pontos, é só entrar, pagar, pegar a sua cartelinha com o itinerário e utilizá-la nos outros embarques.
O percurso é longo e, sem nenhum desembarque, leva quase 2 horas para rodar toda a cidade, mas a boa notícia é que a cartela não tem prazo de validade, então você pode visitar algumas atrações em um dia, e depois voltar outro dia para concluir o passeio.

É importante também saber o que vale a pena ser visto ou não. Alguns pontos turísticos não tem nada de extraordinários e vê-los de cima já é suficiente, enquanto outros são próximos uns dos outros, como os localizados no Centro, por isto não há necessidade de desembarcar neles.

O ônibus turístico opera de terças a domingos, das 9 horas da manhã até as 5:30 da tarde, passando de meia em meia hora.

Segue uma lista do que vale a pena:
- Jardim Botânico
- Museu Oscar Niemayer (conhecido como "O Museu do Olho")
- Parque Tanguá
- Santa Felicidade (se você for almoçar lá)
- Torre Panorâmica da Brasil Telecom


Outras atrações podem ser visitadas à pé, ou facilmente com ônibus convencional, como:
- No Centro: Praça Tirantes, Rua das Flores (Rua XV), Setor Histórico do Largo da Ordem, Teatro Guaíra e Universidade Federal.
- Museu Ferroviário: fica dentro do Shopping Estação, onde é bem fácil de se chegar.
- o Centro Cívico, o Passeio Público e o Memorial Árabe também são pertos, você pode aproveitar e ainda dar uma passada no Shopping Müeller, ali perto.

Não perca seu tempo indo ao:
- Centro de Convenções
- Teatro Paiol
- Estação Rodoferroviária (a não ser que você vá viajar de ônibus ou trem, então é outra história)
- Bosque do Papa
- Memorial Ucraniano
- Portal Italiano

Outras atrações que não foram mencionadas também até valem a pena de serem visitadas, mas não com os 20 reais de ônibus.

Qual foi a barbada?
O que nós descobrimos é que você não precisa comprar uma cartela por pessoa, mas que dá para dividir, por exemplo, se você está indo com duas pessoas, dá para comprar apenas uma cartela e vocês poderão desembarcar em dois pontos turísticos.
Em tese, dá até para ir em quatro pessoas e comprar apenas uma cartela e só fazer o passeio dentro do ônibus, sem descer em ponto algum.
E foi justamente o que fizemos no primeiro dia, como o segundo andar do ônibus turístico é muito concorrido, assim que conseguimos um lugarzinho, ficamos lá até darmos a volta completa do roteiro (quase 2 duas horas, como disse acima). As filas podem ser cheias e, às vezes, tem gente que fica pra fora, por isto, resolvemos não arriscar.


A única coisa que realmente irrita são os fios elétricos, que ficam atrapalhando quase todas as fotos tiradas do segundo andar. 
Deixamos para visitar mesmo o que nos interessava no dia seguinte, apesar de já termos feito este passeio uma meia dúzia de vezes e conhecer Curitiba como a palma da mão, afinal foram 26 anos morando lá.

Mas calma que ainda vou falar com mais detalhes de algumas das atrações mencionadas.

Só lembrando que o ônibus é adaptado para deficientes e há explicações em outros idiomas (mesmo que o auto-falante nem sempre esteja funcionando).


Site oficial do ônibus de turismo de Curitiba
http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/PORTAL/linha_turismo/

(continua)

Curitiba's tour bus


The simplest way to visit Curitiba`s main touristic attractions is by taking a tour bus, even if it`s not the cheapest way to do that.
It costs 20 reais (about 10 dollars) and you can get off in 4 of the 25 attractions on its route.
The first stop is Praça Tiradentes (Tiradentes Square) in Downtown Curitiba, but you can board this bus in any of its stops. All you have to do is get in the bus, pay for the ride, get the ticket with the itinerary and use it everytime you board the bus.
The route is quite long, and even if you do not get off, it will take almost 2 hours to cross the whole city. The good news are: this ticket doesn't expire, so you can use it to visit some attractions in one day, and return another day to finish the route.

It's also important to know what is worth visiting. Some attractions aren't that extraordinary and just passing by them is far enough, while others are very close to each other, such Downtown's attractions, thus you can visit them by foot, you don't need to take the bus for it.

The tour bus operates from Tuesday to Sunday, from 9am to 5:30pm, departing every 30 minutes.

There's a list of what is worth visiting:
- Botanic Garden
- Oscar Niemayer Museum (aka "Eye-shaped Museum")
- Tanguá Park
- Santa Felicidade (if you're having lunch there, the italian neighborhood)
- Brasil Telecom's Tower (to see Curitiba's skyline)


You can visit other attractions walking, or can easily be reached by regular city buses:
- Downtown: Tirandentes Square, Rua das Flores (Flower Street, or XV St.), the historic district of Largo da Ordem, Guaíra Theater and the University.
- Museu Rodoviário (Rail Museum): inside Shopping Estação (Estação Mall), it is very easy to get to.
- Civic Center, Passeio Público and the Arabian Memorial are also close to each other, and you can stop at Shopping Müeller (Müeller Mall) nearby.

Don't waste your time getting of at:
- Convention Center
- Paiol Theater
- Estação Rodoferroviária (Bus and Train Station, unless your taking a bus or a train, but that's another story)
- Bosque do Papa (Pope's Wood)
- Ukrainian Memorial
- Italian Gate

Other attractions that weren't mentioned here are also worth the visit, but not paying 20 reais for the tour bus.

What was the deal?
We found out that you don't have to by one ticket to each person, but you can share the ride, for example, if you're going in two people, you can buy one ticket and you both can get off in two attractions.
Hypothetically, it's possible to buy a ticket for four people and do the whole route without getting off once.
That's what we did in the first day. The top deck was crowded and very hard to get a seat, so we prefered to stay in the bus the whole time (almost 2 hours, as I've said before). The lines to board the bus can be pretty long sometimes, and some people might have to wait for the next one, so we decided not run the risk.


The only really annoying thing is taking pictures on the top deck with the electrical wiring all over the way.
We visited the attractions we wanted in the following day, even after had taken his bus a dozen of times, for I was born in Curitiba and spent 26 years living there.

But I'll say a little more about some of those attractions later.

The bus can carry passengers with disabilities, and there're instructions in other languages (even if the speaker is not always working)

Curitiba's tour bus official website (in portuguese)
http://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/PORTAL/linha_turismo/

(to be continued)



Importante: favor ler as Perguntas Frequentes - FAQ.

22 de setembro de 2010

"Eu quero ir ao cabeleireiro em Nova York" Já Fui!‏

No mês de julho, fizemos uma promoção aqui nos maosdevaca.com sorteando um cupom para corte e tratamento de cabelo em Nova York. A sorteada foi a Carol e esta semana ela nos escreveu contando como foi a experiência.

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(Foto por: Carol Sartori)

Estou escrevendo para agradecer vocês por essa promoção do corte em NY!
Estar por lá já é incrível (foi minha primeira vez) e ainda poder ir ao cabeleireiro em NY...
Foi demais!!!!!!! Inesquecível!!!!!
Estou enviando a foto do salão Jean Claude Biguine, quem me atendeu foi a "Cecilia". Uma graça, super cuidadosa e sabe muito o que está fazendo! O salão não é tão careiro, então recomendo pra quem estiver por lá e quiser dar uma renovada no visual!!!
Amei e obrigada mesmo!!!!
Carol


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20 de setembro de 2010

Fuerza Bruta em Buenos Aires (resenha)


Havíamos assistido ao show do Fuerza Bruta em Nova York, por isto, ficamos ensandecidos quando soubemos que o espetáculo também está em cartaz em Buenos Aires. Corremos para comprar os ingressos e retornaremos para assistir mais vezes se eles estenderem a temporada por mais alguns meses.
A resenha é basicamente a mesma do show em Nova York, principalmente porque o show original é argentino. 

O Enredo
É até difícil explicar do que se trata o show "Fuerza Bruta": um misto de dança contemporânea, arte performática, discoteca... e mais um monte de outras coisas.
A verdade é que foge de toda classificação tradicional.
Não há um enredo definido, mas a minha interpretação é que representa momentos de frenesi da vida cotidiana moderna, sempre correndo atrás de nossos objetivos e superando obstáculos, e momentos de sonho e delírio.
Faltam algumas das cenas que tem na versão americana e não tenho ideia do porquê, na verdade, o uso do palco do Fuerza Bruta em NY é melhor, mesmo assim, o original portenho é imperdível.
Mas é apenas assistindo para compreender do que se trata. Acima de tudo, "Fueza Bruta" é um turbilhão de impressões sensoriais, Arte em seu estado mais puro.

A Produção
O uso do espaço é fantástico. Ao invés de um palco, o cenário e os artistas desfilam e surgem por todos os lados do teatro, das paredes, do teto, do meio da plateia.
A criatividade da equipe é absurda, em momentos como a da piscina transparente que desce do teto e na qual bailam e deslizam as dançarinas.

O elenco é de primeira linha e um DJ anima a galera.

A Trilha Sonora
Para o público mais jovem, a trilha sonora não poderia ser melhor. Um DJ comanda o ritmo da apresentação, com músicas eletrônicas que lembram estilos latinos e senti um toque de Brasil em algumas músicas.
É muito difícil não se deixar levar pelo ritmo frenético do show e a música é com certeza parte deste segredo.

O Teatro
Localizada na Recoleta, a Sala Villa Villa, surpreenderá aqueles que esperam um teatro convencional.
Não há palco, não há assentos.
Por pouco mais de uma hora, a plateia fica de pé, olhando para cima e para os lados, aguardando a próxima surpresa que o show proporcionará.
O teatro é relativamente pequeno (mas maior do que a versão americana) e, em alguns momentos do espetáculo, a plateia tem se comprimir no centro e se mover de acordo com as instruções dos funcionários, já que há uma dinâmica bastante não-convencional.
O interessante é que o show foi concebido de uma maneira que, de qualquer posição do teatro, seja possível ver o que acontece sem grandes dificuldades.
O ingresso custa 50 pesos para os shows nas quartas-feiras e pode chegar a custa até 75 pesos para as sessões de sexta-feira (Fuerzabruta Metro Nigths, que tem uma festinha estilo rave depois) ou do sábado à noite. Pode ser comprado diretamente na bilheteria ou através do site.
Até o dia 3 de outubro, os primeiros 100 compradores de cada sessão pagam também 50 pesos.

Nível de espanhol
Não há falas, por isto, não precisa saber falar espanhol para entender o show (há alguns gritos, mas pouco discerníveis).

Qual foi a barbada?
Compramos ingressos para o domingo à tarde e os dois custaram 110 pesos (55 pesos por pessoa). A barbada é o próprio fato de o show ser na Argentina, pois o preço de dois ingressos equivale à metade do preço de um ingresso inteiro em Nova York.

Visão Geral
É um espetáculo simplesmente extraordinário! Um dos shows mais surpreendentes que já vi.
O ritmo é fantástico; os dançarinos são fantásticos e interagem muito bem com a plateia.
Mas prepare-se para ficar molhado, em dois ou três momentos, surge um homem com uma mangueira e dá algumas esguichadas na galera. Se você não quiser ficar ensopado, sugiro que se afaste para os cantos do teatro, ou pelo menos fique fora da linha do jato. No entanto, se você quiser curtição, entre na dança e solte a franga!
É um show muito interativo e, desta vez em Buenos Aires, eu fui um dos convidados para dançar no palco! Não poderiam ter escolhido um pé de chumbo pior do que eu...

Clique aqui para conferir algumas fotos do show
(eu tirei mais de 900 fotos do show de NY, mas consegui fazer uma triagem com apenas 130. Foi difícil...).

Site oficial do Fuerza Bruta
http://www.fuerzabruta.net/website/fuerza.html

Fuerza Bruta está previsto para acabar no dia 3 de outubro de 2010, mas como eles tem prorrogado o término desde agosto, é capaz de ficar mais alguns dias em Buenos Aires. Vamos torcer!



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19 de setembro de 2010

Zagat, a palavra "final" sobre os restaurantes de Nova York (alimentação)

Você gostaria que existisse uma referência com todos os restaurantes que merecem ser conhecidos em Nova York?

Então estamos falando do Zagat. A ideia por trás do Zagat é brilhante: os restaurantes e lanchonetes são avaliados pelos próprios fregueses, que podem avaliá-los através da internet ou por formulários disponíveis nos restaurantes.
Todos os anos, é lançado também um livreto com os restaurantes, algumas críticas sobre eles e a pontuação obtida numa média da votação dos leitores.

O legal do site e do livreto é que os restaurantes estão divididos por área, tipos de cozinha (americana, italiana, francesa, etc.), preço e maior nota. Assim fica fácil de você determinar qual é o critério que mais lhe interessa. As notas vão de 0-30, sendo 20-25 para restaurantes muito bons e 25-30 para aqueles quase perfeitos (e provavelmente bem fora do orçamento habitual da maioria dos seres humanos).

O único problema é que, como muitos restaurantes abrem e fecham todos os meses em Nova York, é difícil que o Zagat esteja totalmente atualizado, já aconteceu algumas vezes de irmos até um endereço e ele não existir, mas daí é só riscar da sua lista e ir para o próximo.


Só lembrando que, por ser um guia americano feito através de crítica de americanos, nem sempre o melhor restaurante para o paladar deles é também o melhor para o nosso paladar de brasileiros. O importante é experimentar e você mesmo dar sua nota do site e fazer sua crítica.

Além de listar estabelecimentos em Nova York, há indicações para quase todas as grandes cidades americanas, como Los Angeles, Chicago, Miami, Washington DC, várias cidades em outros países, como na França, no Japão, na Inglaterra, no Canadá, na Itália, entre outros.

Sem dúvida é um site que merece ser consultado, seja para descobrir restaurantes interessantes, seja para consultar a reputação de um antes de você ir até lá.

Site oficial do Zagat Nova York
http://www.zagat.com/newyork


Importante: favor ler as Perguntas Frequentes - FAQ.

16 de setembro de 2010

Maceió para Mãos de Vaca - parte 1



Maceió, a capital de Alagoas, foi a nossa primeira parada nesta viagem de 20 dias pelo Nordeste. Esta é uma cidade linda, com um magnífico mar azul-esverdeado e repleta de opções gastronômicas e culturais.

Chegando a Maceió
Do aeroporto até Ponta Verde ou Pajuçara, duas das praias mais importantes de Maceió, são uns 20 quilômetros de distância. Os taxistas queriam nos cobrar 80 reais para fazer este trajeto, por isto, como estávamos com pouca bagagem e muita disposição, optamos pelo transporte público.
O ônibus custou R$ 2,30 por pessoa, só que demorou mais de meia hora para sair do aeroporto, pois o motorista estava atrasado. Depois, foram mais uma hora e meia dentro do ônibus, rodando por várias vizinhanças "alternativas" da cidade.

Hospedagem
Fomos parar na casa de uma amiga que mora na Ponta Verde e pudemos economizar com hospedagem de hotel. Para quem deseja ficar mais perto da animação, eu indicaria Ponta Verde ou Pajuçara para hospedagem, pois gasta-se um pouco mais com o hotel ou com pousada, mas economiza nas corridas de táxi para vir de outros bairro até lá.
Fizemos uma pesquisa de preços em alguns hotéis e albergues, e aqui estão apenas os hotéis que responderam ao nosso contato.

Hotel Verde Mar
www.hotelverdemar.com.br
A partir de 130 reais o casal, praia de Pajuçara.

Pajuçara hotel
www.pajucarahotel.com.br
A partir de 130 reais o casal,praia de Pajuçara.

Hotel Praia Bonita
www.praiabonita.com.br
A partir de 105 reais o casal, praia de Pajuçara.

Ibis Maceió Pajuçara
www.accorhotels.com
A partir de 129 reais o casal, praia de Pajuçara.

Maceió Praia Albergu
e
www.maceiopraiaalbergue.com
A partir de 79 reais o casal, praia de Ponta Verde.

Matsubara Hotel
www.matsubarahotel.com.br
A partir de 200 reais o casal, Lagoa da Anta.

Alimentação
No Brasil, comer em restaurantes sempre sairá mais caro do que comprando em supermercados. Conseguimos cortar alguns gastos comendo nas praças de alimentação de mercados, salgados ou refeições prontas, e também comprando algumas besteirinhas, como bolachas e refrigerante, para beliscarmos à noite. A refeição no mercado custava em torno de uns 10 reais para o casal, e a compra total, com água e outra guloseimas uns 13 reais.


Ficamos impressionados com a beleza e a qualidade dos restaurantes de Maceió, vários com uma decoração de extremo bom gosto, mas também com preços um pouco salgados.
A nossa recomendação é Bodega do Sertão, um restaurante temático e com comida típica sertaneja. A comida é por quilo e um chef fica o tempo todo ao lado dos pratos conferindo o aspecto deles. Sem dúvida, foi uma das melhores comidas típicas que tivemos a oportunidade de experimentar em toda a viagem.
O meu prato, com carne de sol com queijo coalho, escondidinho de carne de sol, cordeiro e outras coisas que não sei o nome, custou pouco mais de 10 reais. A refeição para 2 pessoas saiu 32 reais com a bebida e sobremesa, o que é quase nada pela qualidade do local. Aos domingos, há também um sanfoneiro para compôr a trilha sonora do almoço. Abre no café-da-manhã, almoço e jantar.


Bodega do Sertão
Av. Júlio Marques Luz, 62 - Jatiúca

O que ver?
A orla da praia de Maceió é muito linda, limpa e movimentada até à noite. Há vários restaurantes, bares e lanchonetes ao longo do calçadão, ou você pode simplesmente caminhar e admirar a paisagem.


Na Pajuçara, há a tradicional feirinha de artesanato, do tipo que você encontrará às dezenas pelo Nordeste. É bom para dar uma fuçada e levar aquele souvenir brega para a sua sogra. Quem sabe talvez você até consiga encontrar algo que tenha alguma utilidade.
É na frente desta feirinha que você poderá encontrar vários passeios turísticos para as praias do sul ou do norte. A regra é sempre a mesma, pechinche sempre. Nesta região há também vários quiosques de tapiocas, com dezenas de sabores.
Nesta mesma praia, há piscinas naturais, nas quais você pode chegar com um jangadeiro. Não conseguimos fazer este passeio porque a maré estava muito alta naqueles dias.
Acostume-se com este fato: no Nordeste, quem manda é a maré!

(continua...)

***
Maceió for the Tight-fisted


Maceió, the capital city of Alagoas state, was our first stop during this 20 days trip to Northeast Brazil. It's a beautiful city, with a greenish blue seashore and lots of gastronomic and cultural options.

Arriving in Maceió
From Maceió airport to Ponta Verde or Pajuçara, two of the most important beaches in Maceió, it's about 20 kilometers (some 13 miles). The cab drivers wanted to charge us 80 reais (40 dollars) for the ride, thus we prefered to take a bus, since we had light luggage and plenty of disposition.
The bus cost R$ 2,30 (a little more than 1 dollar), but it took 30 minutes to leave the airport, because the bus driver was late to work. It took another hour and a half in the bus to our final destination, wandering through some "non-touristic" parts of town.

Lodging
We ended up taking shelter in a friend's house in Ponta Verde, and saved some money. For those who want to be close to the fun, I'd suggest to find a hotel or hostel in Ponta Verde or Pajuçara. You'll spend a little more in lodging, but will save in taxi rides coming other areas.
We did a research about hotels and hostels, and here are only those hotels that replied to our contact.

Hotel Verde Mar
www.hotelverdemar.com.br
From 130 reais for 2 people, Pajuçara beach.

Pajuçara hotel
www.pajucarahotel.com.br
From 130 reais for 2 people, Pajuçara beach.

Hotel Praia Bonita
www.praiabonita.com.br
From 105 reais for 2 people, Pajuçara beach.

Ibis Maceió Pajuçara
www.accorhotels.com
From 129 reais for 2 people, Pajuçara beach.

Maceió Praia Albergu
e
www.maceiopraiaalbergue.com
From 79 reais for 2 people, Ponta Verde beach.

Matsubara Hotel
www.matsubarahotel.com.br
From 200 reais for 2 people, Lagoa da Anta.

Eating
In Brazil, eating out will always cost you more than buying groceries at supermarkets. We managed to cut some expenses by eating at supermarkets food courts, snacks or meals, and buying cookies and soda for dinner. A meal in a supermarket cost about 10 reais (5 dollars) for two people, and the groceries, including water and snacks 13 reais (8 dollars).


We were impressed by the high-end restaurants in Maceió, many of them with beautiful decor, but with high prices as well.
Our recommendation is Bodega do Sertão, a theme restaurant where sertaneja food is served, typical dishes from the Northeast backlands. It's a by the pound restaurant and a chef is always checking the dishes quality. For sure it was one of the best typical food we had the oportunity to eat during the whole trip.
My plate, with carne de sol com queijo coalho (jerked beef and coalho cheese), lamb and other typical dishes that I've never heard about before, cost a little more than 10 reais (5 dollars). The meal for 2 people cost 32 reais (16 dollars), dessert and drink included, with is really cheap for a place like that. Sundays, there's a accordion player to add a soundtrack to lunch-time. The restaurant opens for breakfast, lunch and dinner.

Bodega do Sertão
Av. Júlio Marques Luz, 62 - Jatiúca

What to see?
Maceió's esplanade is very beautiful, clean and crowded till late night. There're many restaurants, bars and snack kioskes along the promenade, or you can just walk and enjoy the sightseeing.


In Pajuçara, there's the traditional crafts fair, the type of fair you will see many times in Northeast Brazil. It's a good place to look for those corny souvenirs for your mother-in-law. Maybe you'll even be able to find some useful stuff.
Right in front of this fair, there're many tour services to the southern or to the northern beaches. The rule of thumb is, always ask for a discount. In this area there're many tapiocas kioskes, with dozens of different flavors.
In this same beach, there are seapools, which can be reached by a raft. We couldn't go to the pools because the tides were to high in those particular days.
Get used to this fact: in Northeast, the tides are the boss!

(to be continued...)



Importante: favor ler as Perguntas Frequentes - FAQ.

10 de setembro de 2010

Mãos-de-Vaca na Mídia - Rádio Eldorado

 
Entrevista concedida ao programa "Eldorado Debate" da Rádio Eldorado, realizada pela jornalista Sandra Cabral, na qual falamos sobre o blog e o guia "Nova York para Mãos-de-Vaca", sobre turismo econômico e sobre nossos projetos futuros.

Programa Eldorado Debate, em 10/09/2010


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7 de setembro de 2010

Dica dos Leitores - Costa Leste dos EUA, de Miami a Nova York, por Paulo Henrique e Ana Paula

Por Paulo Henrique e Ana Paula

Depois de alguns anos planejando uma viagem a Orlando e seus parques temáticos, para comemorar o aniversário de 15 anos de nossa filha, Ana Carolina, quase no apagar das velas, decidimos mudar nosso roteiro e conhecer um pouco mais da história e da cultura dos Estados Unidos da América, percorrendo sua costa leste e conhecendo algumas das cidades e locais mais importantes para a constituição e estabelecimento desse país que passamos a admirar.

Miami

Saímos de Curitiba no dia 1º julho de 2010, tendo como destino Miami, com uma conexão em Atlanta, aonde chegamos durante a manhã do dia 02 de julho. Miami, embora não tenha tido participação histórica alguma no processo de independência dos EUA, passou a fazer parte de nosso roteiro por sua importância econômica e cultural nos dias de hoje. Miami passou por um processo de revitalização que, ao que pareceu aos olhos dessa família, fez muito bem à cidade.

Ficamos hospedados no Hyatt Regency Miami, localizado na 2nd Av. SE, próximo da Brickell Bridge e a poucas quadras do Bayside Market Place, em Miami Downtown. No dia em que chegamos, após pegar o carro na locadora, fomos direto às compras. De cara já cometemos um grave erro que não recomendamos a ninguém, fazer compras após a cansativa e longa viagem do Brasil aos EUA. A não ser que você faça a viagem na primeira classe e tenha uma bela noite de sono. Senão é como ir às compras, no supermercado, com fome. A probabilidade de se fazer maus negócios, de esquecer-se de comprar algo ou de comprar além do recomendado é muito grande. Dessa forma, no dia da chegada o melhor a fazer são passeios relaxantes e deixar as compras para os dias seguintes, com mais calma. Nesse dia de compras visitamos a Best Buy Tropicaire, na Bird Rd, e o Dolphin Mall, na 12th St NW, gigante e com boas opções.


No dia seguinte, 03 de julho, fomos a Key Biscayne e passamos a manhã visitando o Bill Baggs State Park, um recanto de natureza preservada e com boas opções de lazer. A entrada para o parque custa US$ 8 (carros com 2 a 8 passageiros) e, além das belezas naturais, possui um bem preservado farol e quiosques (que podem ser alugados) onde as famílias se reúnem para fazer churrasco e passar o dia aproveitando as praias, que são maravilhosas e de águas tranqüilas e transparentes. No final da manhã fomos a Miami Beach para um passeio pela famosa Ocean Drive e para conhecer o Memorial do Holocausto, que fica na Meridian Avenue com a Dade Boulevard, e que vale pela beleza e pelo significado do local.

Na parte da tarde, aproveitamos para fazer um passeio a pé pelo Bayside Market Place, onde almoçamos no Bubba Gump, que tem comida maravilhosa e atendimento melhor ainda. Obviamente, o preço não é MDV, mas compensa pelo esmero no preparo dos pratos e pela simpatia dos atendentes.

Saint Augustine/FL


Terminada nossa curta estadia em Miami, na manhã do dia 04 de julho partimos em direção a Saint Augustine, cidade localizada no litoral norte da Flórida, próxima a Jacksonville, considerada a cidade mais antiga, continuamente povoada, dos Estados Unidos. Saint Augustine consegue harmonizar com maestria o antigo e o moderno, preservando sua história e a arquitetura colonial do distrito histórico, além de oferecer um belo espetáculo no Independence Day, justamente o dia em que escolhemos para chegar por lá. A cidade recebe muitos visitantes oriundos de regiões próximas e alguns de outras regiões desse país continental para a comemoração do 4th of July. A cidade fica toda decorada, bandas e orquestras apresentam-se pelas praças da cidade e todos se reúnem em torno do San Marco Castle para assistir ao espetáculo de fogos de artifício que ocorre às 21 horas na Matanzas Bay, tendo a Bridge of Lions como pano de fundo. Imperdível. Para quem tiver curiosidade é só procurar por vídeos dessa festa no You Tube. Ficamos hospedados no Holiday Inn de Saint Augustine Beach, a poucos minutos do centro histórico e com a vantagem de poder aproveitar a praia, já que estivemos por lá durante o verão e o hotel fica de frente para o mar.

Savannah


Tendo deixado para trás a bela Saint Augustine, rumamos para o norte, em direção ao estado da Geórgia, tendo como destino a ainda mais bonita Savannah que, segundo o jornal parisiense Le Monde, é considerada a cidade mais bonita dos EUA.

Tivemos a oportunidade de conhecer pouco mais de uma dezena de cidades norte-americanas, porém, consideradas apenas essas cidades, o jornal francês está absolutamente correto. Savannah, localizada na divisa dos estados da Geórgia e da Carolina do Sul, é maravilhosa; a arquitetura colonial das edificações, o patrimônio histórico bem preservado e o desenho urbano inteligente, aliados à excelente arborização das ruas, ao ar bucólico do local e à simpatia dos habitantes, complementam o pacote da cidade perfeita para se visitar.

Fundada pelo General James Oglethorpe, em 12 de fevereiro de 1733, Savannah, antiga capital do estado e com uma população aproximada de 135 mil habitantes, segundo dados de 2009, recebe milhões de visitantes todos os anos ávidos para conhecer a arquitetura da cidade, seus prédios históricos, entre eles o local de nascimento de Juliette Gordon Low (fundadora do Girls Scouts of the USA), do Telfair Academy of Arts and Science (um dos primeiros museus do sul do país), a First African Baptist Church (uma das mais antigas Congregações Batista afro-americanas dos Estados Unidos) e o Templo Mickve Israel (a terceira sinagoga mais antiga do país), além de aproveitar a beleza das 22 praças bem arborizadas que se espalham pela cidade, sendo uma delas muito conhecida por ter sido o local de filmagem das cenas em o personagem de Tom Hanks narrava a sua história em Forrest Gump. Além disso, há a impagável River Street, que acompanha o Rio Savannah e apresenta uma bela vista e um ótimo conjunto de restaurantes e bares, que são o deleite de quem aprecia a vida noturna. A caminhada por essa rua, partindo das escadarias que descem pela lateral do City Hall e terminando quase em frente ao Hotel Savannah Marriot Riverfront, é um ótimo programa a qualquer hora do dia.

Os passeios a pé ou de charrete pela cidade são extremamente agradáveis e dão a oportunidade de se conhecer a história riquíssima do local. O povo local é extremamente agradável e simpático, sempre disposto a auxiliar o visitante com informações. Vale cada centavo gasto para chegar e permanecer lá. É o tipo de cidade que muita gente sonha em morar. Foi, com certeza, um dos locais que mais nos agradou durante toda a viagem.

Charleston


Saindo da Geórgia, entramos na Carolina do Sul e nos dirigimos a Charleston, cidade localizada entre a foz dos rios Ashley e Cooper, foi palco, na entrada do Forte Sumter, dos primeiros disparos da Guerra Civil que quase dividiu os Estados Unidos. É conhecida como The Holy City, em virtude do grande número de igrejas e templos que delineiam o perfil da cidade. Como ficamos apenas um dia na cidade, começamos nosso passeio pelo Visitor Center, onde deixamos o carro no estacionamento do local, e caminhamos pela área central, em direção ao Waterfront Park, às margens do Cooper River. Voltamos pela E Bay Street até chegarmos ao Mercado Municipal (City Market), na Market Street, com seus quase 400 metros lineares de quiosques e stands de artesanato, lojinhas variadas, cafés e restaurantes, terminando no Confederate Museum. É uma cidade muito bem conservada, como Savannah e Saint Augustine, e com edificações de arquitetura colonial muito bonitas. A cidade mereceria mais alguns dias para poder explorar todo o seu potencial turístico, histórico e cultural.

Raleigh


Quando programamos nossa viagem, uma das coisas que a gente mais se preocupou foi com a distância máxima a ser percorrida em cada um dos dias em que fôssemos pegar estrada, pois, não queríamos perder um ou mais dias inteiros apenas com deslocamentos. Foi assim que resolvemos dar uma parada em Raleigh, capital da Carolina do Norte. De outra forma, a viagem até Washington, saindo de Charleston, seria muito longa e chegaríamos por lá no começo da noite e deixaríamos de conhecer mais uma cidade.

Raleigh não é uma cidade de grande apelo turístico, mas é muito bonita, moderna, com espaços urbanos bastante amplos e edificações grandiosas. Há uma grande disponibilidade de museus para saciar a fome por cultura e bairros residenciais agradáveis e bonitos. Chamou-nos muito a atenção o fato de a área central da cidade ser bastante tranqüilo, com pouco movimento de pessoas nas ruas e tráfego dos sonhos de quem vive em uma capital. Os prédios públicos são muito bem conservados e bonitos e vale um passeio pela Fayetteville Street, passando pelo NC State Capitolium, pelo Museu de Ciências e chegando ao Legislative Building. Fizemos essa caminhada, visitando esses locais e ficamos muito satisfeitos e surpresos com a beleza da cidade.


Washington


Chegamos a Washington na metade da tarde do dia 08 de julho, e logo fizemos nosso check in no Hilton Capital, na esquina da 16th Street NW com a K Street NW, a duas quadras da Lafayette Square e dos fundos da White House. Largamos as bagagens e fomos fazer nosso primeiro passeio. Passamos pela Casa Branca, visitamos o Washington Monument, o Memorial da 2ª Guerra Mundial, o Memorial da Guerra do Vietnam, os Memoriais de Lincoln, Roosevelt e Jefferson. Contornamos a Tidal Basin e retornamos à região da Casa Branca pela 15th Street. Foi uma longa caminhada, mas que valeu muito a pena pela beleza dos monumentos e por termos conseguido concluir o lado oeste do The Mall já no primeiro dia.

No segundo dia começamos nosso passeio pelo White House Visitor Center, que fica na E Street NW, quase ao lado da própria Casa Branca, em frente à Pershing Park, onde pudemos aprender muito sobre a história desse símbolo do poder nacional dos EUA e sua importância na história do país. De lá passamos pelo Smithsonian Castle, primeiro prédio do Instituto que nasceu com a herança deixada pelo cientista britânico James Smithson, o qual nunca chegou a pisar nos EUA. Em seguida fomos visitar o Air and Space Museum, estabelecido e administrado pelo Smithsonian Institution, e que conta a saga do homem dos primórdios das tentativas de voar às viagens aeroespaciais. É um passeio imperdível e que satisfaz a todos, homens e mulheres, adultos e crianças. Para completar há uma lanchonete McDonald’s muito bacana no prédio, no melhor estilo produção em massa e refeitório de festa de igreja do interior. Diferente de todas que já vi.

Depois do almoço, para nos livrarmos do calor insuportável (em torno de 38°C) e do sol escaldante que estava nesse dia, fomos visitar o Jardim Botânico de Washington. Além do ambiente agradável, o lugar é muito bonito e curioso. Com certeza vale uma passada. Em seguida fomos ao Capitólio. A grandiosidade da edificação deixa qualquer um de queixo caído. E tem seus motivos. Pierre L’Enfant, arquiteto que projetou Washington, previu a localização do edifício no topo dessa pequena elevação de terra, no centro geográfico da cidade, o que possibilitaria avistá-lo de qualquer ponto da cidade, pelo menos na época. Além disso, a arquitetura e o tamanho da edificação, mais empolgantes e exuberantes do que os da Casa Branca, simbolizam que a casa dos representantes do povo deve ter mais importância do que aquela utilizada pelo servidor número 1 do país.

Em seguida fomos ao Museu de História Natural, também pertencente ao Smithsonian Institution, dando uma passada antes pelo National Gallery of Art Sculpture Garden. Não é nem preciso dizer que esse museu é fantástico vale cada segundo de visitação, e olhe que são necessários milhares deles para conhecê-lo. Terminamos esse dia caminhando por ruas secundárias em direção hotel, aproveitando para conhecer um pouco mais do cotidiano norte-americano.

Nosso terceiro dia em Washington quase foi uma furada. Amanheceu chovendo “aos baldes” e a nossa programação previa mais um dia de caminhadas pelo lado leste do The Mall. Como estava impossível, resolvemos pegar o carro e rodar por alguns bairros da capital norte-americana e no final da manhã voltamos para visitar o Museu de História Americana. Ficamos apenas duas horas (precisava umas três vezes esse tempo, pelo menos), pois nosso carro estava estacionado na rua e já estava vencendo o prazo do estacionamento regulamentar. Como não compensava renovar o estacionamento e voltar, já que a fila para entrar, nesse horário, estava enorme, decidimos ir conhecer a Catedral Nacional, na Wiconsin Avenue. A construção impressiona, tanto pela beleza quanto pelo tamanho. Além disso, os arredores da Catedral merecem uma visita, especialmente o Bishop´s Garden. Aproveitamos para dar uma passada pelo bairro de Georgetown, com suas ruas charmosas e suas lojas requintadas.


Após a visita à Catedral Nacional, fomos conhecer a Union Station. Aqui cabe abrir parênteses que, sabemos, irá gerar discussão. Que me perdoem os nova-iorquinos, naturais ou por adoção, mas a Union Station é muito mais bonita e charmosa do que o Grand Central Terminal, além de ter mais opções de compras e restaurantes. A questão é que a estação de trens e metrôs de Nova Iorque é muito mais famosa, até por suas aparições em vários filmes. Mas, posso garantir que quem tiver a oportunidade de conhecer não irá arrepender-se.

Gettysburg e a National Fire Academy, em Emmitsburg


Depois de alguns dias fantásticos em Washington, no caminho para Filadélfia, paramos para conhecer alguns lugares menores, no entanto, não menos bonitos e importantes do ponto de vista histórico-cultural. Nossa primeira parada foi na National Fire Academy, em Emmitsburg. Nosso interesse nesse local era o de conhecer o National Fallen Firefighters Memorial, dedicado a todo bombeiro tombado em serviço, a National Fallen Firefighters Chapel, listada entre os prédios de caráter histórico dos EUA, o Walk of Honor, calçada de tijolos com inscrições que homenageiam profissionais e instituições ligadas aos serviços de bombeiros, e a o 9/11 Memorial, dedicado aos bombeiros vitimados na queda das Torres Gêmeas.

Passamos por Emmitsburg, uma pequena e charmosa cidadezinha a noroeste de Washington, em Maryland, e fomos para Gettysburg, na Pensilvânia, local de uma das mais importantes e sangrentas batalhas da Guerra Civil norte-americana. Para conhecer um pouco dessa importante passagem, fomos visitar o Gettysburg National Military Park, um gigantesco parque, maior do que a cidade propriamente dita, e que engloba todo o campo de batalha original, incluindo o Soldier’s National Cemetery, onde Lincoln realizou um dos seus mais famosos discursos, o qual está gravado na parede sul do memorial de Lincoln, em Washington. O passeio, a não ser para quem tem bastante tempo disponível e preparo físico para caminhar muito, deve ser feito de carro, já que os caminhos que ligam os memoriais e os locais históricos da batalha são bastante longos. O visual do parque e da cidade de Gettysburg, aliados à importância da região, são motivos suficientes para uma visita a essa bonita região.

Philadelphia


Berço dos ideais de independência e da revolução americana, Philly, como é carinhosamente conhecida, ou The City of Brotherly Love, da tradução do seu sentido original em grego, testemunhou o alvorecer dos EUA e, até hoje, mantém esses ideais vivos por meio da conservação e culto às edificações e símbolos daqueles remotos tempos da jovem nação, como o Independence Hall, o Liberty Bell (que hoje se encontra em um museu dedicado a ele e que foi tocado para anunciar a leitura da Declaração da Independência), o Benjamin Franklin Court (residência de um dos pais da nação), a Betsy Ross House (a qual costurou a primeira bandeira dos EUA, com as treze estrelas que representavam os treze estados originais) e a Carpenters’ Hall (antiga sede da Carpenters’ Company e local do primeiro Congresso Continental, em 1774, embrião do movimento de independência americana), entre outras tantas edificações famosas e importantes.

Outros pontos muito bacanas da cidade são o Museu de Arte Moderna, que quase todo mundo conhece em virtude do filme Rocky, um lutador, em que o personagem de Silvester Stalone utilizava as escadarias desse museu para seus treinos físicos. Por essa razão, há uma estátua do personagem nas proximidades da escadaria do museu para relembrar essa passagem do filme. Também é digna de nota a edificação da prefeitura da Philadelphia, muito bonita e que compõe um visual muito bacana quando vista da Benjamin Franklin Parkway com o centro da cidade ao fundo. Uma pena apenas o descaso do poder público da cidade com a conservação da praça e das calçadas que circundam o prédio da prefeitura, muito sujas, com o piso todo danificado e, aparentemente, com problemas relacionados à segurança. Os mesmos comentários valem para o Reading Terminal Market, um tipo de mercado municipal, muito bacana, mas bastante descuidado em sua área externa.

A visita à Philadelphia incluiria um show do U2 no Lincoln Financial Field e como ele não aconteceu, já que o Bono, vocalista do grupo, havia passado por uma cirurgia e estava em recuperação, aproveitamos o restante do dia para visitar o Adventure Aquarium, na vizinha Camden, já em New Jersey.

New York


A primeira coisa que fizemos a chegar à maior cidade dos EUA foi entregar o carro na locadora, já que dirigir nessa cidade é uma loucura e o sistema de transporte público é excelente, além disso, ficamos no Grand Hyatt at Grand Central, na 42nd Street, e muita coisa faríamos a pé a partir do hotel.

Ficamos apenas quatro dias em NY e, obviamente, não deu para muita coisa, mas conseguimos, pelo menos, conhecer alguns dos pontos mais tradicionais da cidade. No primeiro dia fizemos um tour a pé pela Midtown, para conhecer a famosa 5th Avenue e suas lojas, a FAO Schwarz, a Apple Store, a Saint Patrick Cathedral, a Ford Foundation (com seu maravilhoso Jardim Suspenso) e a ONU. No dia seguinte visitamos o Museu de História Natural e passeamos pela Times Square. À noite fomos ao show do Jack Johnson, no Madison Square Garden. O ginásio estava lotado e ficamos bastante positivamente surpresos pela organização, tanto na entrada quanto na saída, sem empurra-empurra, sem atrasos no início das apresentações, enfim uma maravilha. Inesquecível.


No dia seguinte começamos visitando o Museu do Corpo de Bombeiros de New York (a essa altura já dá para tentar adivinhar minha profissão, ou não?), o qual vale a pena ser visitado até por quem não tem nada a ver com essa atividade. Depois fomos caminhar pelas proximidades do Ground Zero, pela Wall Street e pelo Battery Park (o mais próximo que chegamos da Estátua da Liberdade). Na sequência fomos ao Pier 17, onde aproveitamos para almoçar em um de seus muitos restaurantes. Na parte da tarde fomos ao Central Park para conhecer o Belvedere Castle e sua bela vista (como o próprio nome diz, em sua tradução literal do italiano) do outline de New York. Depois de toda essa caminhada fomos descansar subindo ao Top of the Rock e admirar o visual da cidade em 360°. Como tínhamos que escolher entre o Rockfeller Center e o Empire State Building, ficamos com o primeiro, pois, embora mais caro e um pouco mais baixo, proporciona vista para o Central Park (o que, a partir do Empire State, fica prejudicado pelo próprio Top of the Rock), tem menos grades (o que facilita a observação) e ainda dá para tirar a tradicional foto do Empire State.

Não é nem preciso dizer que adoramos a cidade (acho que esse comentário é meio óbvio para qualquer pessoa com um mínimo de bom senso que a tenha visitado) e que, com certeza, voltaremos para poder ver tudo o que não vimos e rever aquilo que já vimos e gostamos.


O Paulo e a Ana relataram em detalhe esta viagem pela costa leste no blog Viajando com a Família Souza.
Obrigado por compartilhar esta experiência conosco.


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5 de setembro de 2010

Mãos-de-Vaca na Mídia - Melhores Destinos


O blog “Nova York para Mãos-de-Vaca” foi criado em 2007 para que Henry Bugalho e Denise Nappi pudessem compartilhar suas experiências na capital do mundo. Henry é escritor e fotógrafo e descobriu nas viagens a oportunidade de vivenciar tudo aquilo que lia nos livros, já Denise trabalhou por 6 anos como comissária de bordo da Varig, período no qual viajou por todo o Brasil, América Latina e teve a oportunidade de conhecer 22 países.

A abordagem inédita dentro do tema de turismo econômico, com um tom irreverente e descontraído, rapidamente atraiu a atenção dos leitores e da imprensa. Em 2008, foi lançado o guia “Nova York para Mãos-de-Vaca”, comercializado no mundo inteiro.

Com quase meio milhão de leitores ao ano, o blog e o guia se tornaram leitura obrigatória para quem viaja a Nova York ao apresentar o melhor e mais barato da cidade em hospedagem, alimentação, passeios, pontos turísticos e sobre o comportamento dos nova-iorquinos.

Em 2010, foi lançada a Revista “Viagens para Mãos-de-Vaca“, uma inovadora publicação digital feita inteiramente com a colaboração de leitores, dando um passo rumo a novos horizontes.

A comunidade “Nova York para Mãos-de-Vaca” no orkut conta hoje com quase 4 mil membros e é ponto de encontro de leitores, fãs do blog e o principal canal de comunição com os autores do guia.

Você também pode seguir as dicas através do twitter @maosdevaca

A partir deste ano, o casal começa uma grande aventura trocando tudo por um par de mochilas, vão explorar vários destinos para trazer muito mais dicas e barbadas para seus leitores.

Descubra através do www.maosdevaca.comcomo viajar sem estourar o seu orçamento.

Artigo publicado no dia 03/09/2010, em Melhores Destinos


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Curitiba para Mãos de Vaca



Curitiba é a capital ecológica do Brasil e já foi um dia uma cidade-modelo. Apesar de não ser um grande destino turístico, é uma cidade encantadora, organizada e que ainda mantém um estilo de vida que lembra um pouco um povoado do interior.

O centro de Curitiba é o coração econômico e cultural da cidade, onde se localiza uma boa parte das atrações turísticas e, ao contrário de outras metrópoles, é relativamente segura e com belos edifícios históricos.
O setor histórico, que parte do Largo da Ordem e engloba o movimentado calçadão da Rua XV, é um vislumbre da época áurea de Curitiba, quando a indústria ervateira a projetou rumo à modernidade.

A reputação do curitibano como um povo fechado até procede em certa medida, mas, mesmo assim, o visitante sentirá um gostinho de estar num canto da Europa, onde tudo parece funcionar.
O transporte público é um dos mais eficientes do país; parques e áreas verdes estão espalhadas por todos os bairros. O bairro gastronômico de Santa Felicidade é um legado dos imigrantes italianos e vale a visita.
Mas é nos shopping centers que você encontrará os verdadeiros curitibanos, sempre a fugir do clima imprevisível.

Nas próximas semanas, acompanhem-nos neste passeio pela "Cidade Sorriso", a capital com o inverno mais rigoroso do Brasil.

(continua...)


Curitiba is unquestionably Brazil's ecologic city, and once was an example of urban development. Even though it's not a great tourist destination, it's a charming and organized city, that's still maintain a quality of life resembling countryside towns.

Downtown Curitiba is the economic and cultural center of the city, where you can find many of its touristic attractions and it is relatively safe, also there're beautiful historical buildings. 
The historical section, starting at Largo da Ordem and leading to Rua XV's crowded pedestrian mall, is a glimpse at the golden age of Curitiba, during the yerba-mate cycle that projected the city towards the modern times.

The curitibanos have a reputation of being an introspective people, which is quite true, despite that the visitor will feel like if he or she is somewhere in Europe, where everything seems to work like a clock.
Public transportation is one of the most efficient in Brazil; parks are everywhere in every neighborhood. Santa Felicidade, the italian food district, deserves to be visited.

However, it's in the shopping malls that you'll find the true curitibanos, who are always trying to find shelter from the unpredictable weather changes.

During the next weeks, follow our steps up through the streets of the "Smile City", one of the big city with the most severe winter season in Brazil.

(to be continued...)


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3 de setembro de 2010

Brazilian Day 2010 (eventos)



Lavagem da rua 46
Neste final-de-semana, são os brasileiros quem mandam em Nova York!

A muvuca começa amanhã, dia 4 de setembro, com a lavagem da rua 46 com Margareth Menezes, das 10 da manhã ao meio-dia, depois, haverá uma feirinha com shows e comidas típicas.
A lavagem está se tornando tão tradicional quanto o próprio Brazilian Day e, na minha opinião, está mostrando mais a verdadeira cara do Brasil, com expressões culturais regionais, como o olodum, o maracatu e o frevo. Neste sentido, assemelha-se mais às outras paradas nacionais, como da Índia, do Paquistão ou da Irlanda, que visam celebrar as conquistas e a diversidade destes países.

 http://www.lavagemdarua46ny.com/main/index.html

Ivetinha no Madison Square Garden
No sábado à noite, ocorrerá o tão esperado show e gravação do DVD de Ivete Sangalo. Se você tem um ingresso para o show, pode-se considerar afortunado, pois esta será uma noite para se lembrar.
Este show contará com a participação de convidados especiais, como Seu Jorge, Diego Torres, Juanes, Nelly Furtado, entre outros.
É claro que agora é um pouco tarde para tentar comprar um ingresso...

http://www.ivetesangalo.com/madison/

Brazilian Day
E no domingo, dia 5 de setembro, será o dia do Brazilian Day.

Neste ano, a festa será apresentada por Luciano Huck e contará com a presença de Zezé di Camargo & Luciano e Carlinhos Brown.

Esta é uma grande oportunidade para matar a saudades da música e das comidas brasileiras, tudo de graça (os shows, porque as comidas são pagas, e não costumam ser muito baratas) na Sexta Avenida durante o dia inteiro.

Site oficial do Brazilian Day
http://www.brazilianday.com/2009/index.html



***

2 de setembro de 2010

NY City Pass, vale a pena?


A pergunta mais quente do momento em nosso e-mail é se vale a pena comprar o City Pass para obter entrada livre em várias das principais atrações turísticas de Nova York.

O que é o City Pass?
O City Pass é um passe, em forma de livreto, com entrada para 4 atrações turísticas de Nova York: o Empire State Building, o Metropolitan Museum of Art, o Museu de História Natural, o MoMA, e mais duas opções de entrada, a Estátua da Liberdade OU um cruzeiro da Circle Line, o Guggenheim Museum ou o Top of the Rock.
Preste atenção neste "ou", pois isto fará toda a diferença para sabermos que o City Pass compensa ou não.
Segundo o site do passe, além da entrada "gratuita" em 6 destas atrações durante o prazo de 9 dias, você ainda poderá pular as filas de espera.
O City Pass custa 79 dólares para adultos e 59 dólares para crianças.
Todas as atrações acima combinadas custariam (de acordo com o site), com o preço integral, 144 dólares, ou seja, com o City Pass você pagaria praticamente a metade.


Façamos a conta
O site do City Pass sugere que façamos a conta (Do the Math) e soma todas as 8 atrações disponíveis, num total de 144 dólares, como dissemos anteriormente.
No entanto, você não tem acesso a todas as 8 atrações, mas apenas a 6 delas e, mesmo assim, muitas são com entrada sugerida (suggested admission), quer dizer, você paga quanto quiser, outras tem dias de graça, e outras podem ser visitadas com cupons de desconto, que você pode encontrar na internet, na recepção de hotéis ou em livretos distribuídos pela cidade.

Vamos fazer a conta somando apenas os passeios mais caros desta lista que são: Empire State, Metropolitan Museum, Museu de História Natural, MoMA, o cruzeiro da Circle Line e o Top of the Rock.
O Empire State custa 26 dólares para adulto, ocasionalmente é possível encontrar alguns cupons de desconto de 2 dólares OFF.
O Metropolitan Museum e o Museu de História Natural são com entrada sugerida, portanto, você pode pagar um dólar cada (ou seja, 2 dólares para os dois).
O MoMa é de graça às sexta-feiras à tarde.
O Circle Line custa 31 dólares, mas sempre há descontos para estes passeios, como "compre 1 e ganhe o segundo", ou "compre 1 de ganhe 50% de desconto para o segundo"; se for o primeiro caso, o passeio custaria 15,50 dólares por pessoa (2 pessoas).
O Top of the Rock custa 21 dólares, mas sempre há cupons de desconto disponíveis, geralmente de 2 dólares, portanto, saria por 19 dólares.

Vamos somar então todos os passeios mais caros: 26 (sem desconto) + 1 + 1 + 0 + 15,50 + 19 = 62,5 dólares. Isto é 16,5 dólares mais barato do que o NY City Pass!!!

- E as filas? - você me pergunta. Se você comprar o ingresso pela internet do Empire State Building e da Estátua da Liberdade, você pulará boa parte da fila, igualzinho se tivesse o City Pass. As filas do Met, do Museu de História Natural e do Top of the Rock são rápidas. A mais demorada mesmo é do MoMa às sextas, mas acho que a diferença de quase 17 dólares compensa.

E vale a pena comprar o NY City Pass?
Não vale, a não ser que você seja preguiçoso, ou não queira correr atrás de cupons. Mesmo se você não tiver desconto algum e resolver pagar apenas 1 dólar nos museus, a diferença entre o City Pass e por conta será de apenas 2 dólares.
Por isto, repito: não vale a pena!

Leia também "E o New York Pass compensa?"


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